Fala que eu te escuto!
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Sexta-feira, Maio 26, 2006
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Hey...Vírus
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x Este post é culpa da Quel | 4:17 PM | x
Fala que eu te escuto!
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Quarta-feira, Março 01, 2006
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Talvez eu tenha exagerado... Talvez eu não queria realmente desistir deste blog. Já tentei inúmeras vezes, mas isso nunca dá certo. O fato é que me falta alguma coisa... Talvez um leitor? Não, não... Alguém até pode ler se quiser, mas o que eu escrevo é mais para mim mesma que para outros. Talvez um espaço maior para o texto? É, acho que isso ajudaria... Mas o que eu faria com esses desenhinhos da pixar? Não poderia excluir nenhum deles... Talvez um novo endereço? Mas QuelSN diz tudo... Talvez uma vida nova? É, disso eu preciso... Mas o meu ano novo vem aí, minha vida nova começará em breve... E talvez eu consiga voltar a escrever posts verdadeiramente SNs... Ai, ai... Deletarei este post logo, logo... Achei que ficou horrível... Mas eu volto (acho!)
Obs.: Não gosto do som da palavra Talvez... Mas talvez tenha um sentido oculto em usá-la tantas vezes... Um prêmio para quem descobrir!!!
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Fala que eu te escuto!
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Terça-feira, Janeiro 31, 2006
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Esse blog já era...
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Fala que eu te escuto!
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Segunda-feira, Novembro 21, 2005
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Faculdade pra quê?
Após o meu fiasco na primeira fase da Unicamp, comecei a pensar se realmente quero fazer uma faculdade... e descobri que nem sei ao certo no quê eu desejo trabalhar. Por isso, publicarei aqui o meu guia de profissões!
1. Fritador de Batatas do MCDonald's
Eu acho que me daria bem fritando batatas. Eu poderia comer algumas enquanto trabalho, sabe? Jogar as batatas pro alto e pegar um com a boca. O único problema seria o fato de estarem quentes. Então eu teria que jogá-las para o alto, ficar assoprando uma de forma a mantê-la no ar, e só depois deixá-la cair na minha boca, e então saborear a batatinha crocante.
O horário de almoço seria o melhor possível. Eu comeria batatinhas com sundae todos os dias. Aquela calda quente de chocolate, sorvete de creme geladinho, castanhas e batatinhas!!! Eu poderia ser feliz.
E não é só isso: Assinando o contrato da lanchonete eu disputaria o concorrido prêmio de funcionário do mês! Já imaginou minha carinha feliz em uma placa de metal onde está escrito "Revelação". Minha mãe vibraria de emoção. E meus amigos iriam me zoar muito, mas isso eles já fazem com ou sem plaquinha de destaque.
O uniforme seria uma vantagem a parte.
O salário não deve ser grande coisa... Mas quem precisa de dinheiro quando se tem batatinhas??? Batatinhas!!!
2. Patinadora do Carrefour
Eu também gostaria de ser patinadora de supermercados. Ficar deslizando pra lá e pra cá o dia todo. E ainda ser paga para ficar brincando de patins! Deve ser muito divertido, sem falar que com esse emprego eu jamais precisaria gastar com academias ou nutricionistas malucas. Seria um emprego bem saudável.
Se eu fosse uma boa patinadora seria melhor ainda... Pois com o talento que eu tenho hoje eu ia me dar mal, não conseguiria patinar num piso tão liso. Seria um tombo por dia, ou mais!
[Continua...]
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Domingo, Outubro 16, 2005
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Baú de Recordações
Estava revendo meus álbuns de fotos e encontrei uma muito curiosa: a foto de uma porta. Mas não é qualquer porta. É uma porta de um velho casarão campineiro transformado em museu.
A foto está torta, eu devia estar segurando a máquina com o pé para tirar uma foto tão ruim... mas a imagem me trouxe lembranças daquele dia... Provavelmente é pra isso que as fotos servem, não?
Me lembro da chuva, do cheiro de terra molhada, do som de passos no corredor, de um dia normal num passeio mais que comum. Mas naquela tarde, olhar aquela porta me trouxe uma sensação tão diferente que tentei fotografar o que estava sentindo, não consegui. Na foto só tem uma porta, torta e desfocada. Mas eu sei que no momento em que apertei o botão da câmera meu coração estava disparado. Havia algo estranho naquele lugar.
Quem me conhece sabe que tenho esses ataques em que juro sentir o que ninguém mais sente. Maluquice? Talvez. Já me conformei com isso há séculos.
O que interessa é que não era uma porta comum, embora ninguém a minha volta tivesse "visto" o mesmo que eu.
Não sei o que aconteceu naquele lugar, mas a história deve ser fascinante... Queria tanto descobrir!
A porta dá passagem a uma sacada. E da sacada temos uma linda vista. Não é muito alto então tive que descartar a romântica idéia de que alguém tivesse se suicidado num pulo para a liberdade. Tudo naquela sacada me dava arrepios. E a chuva, fininha, aumentava a beleza do momento.
Toda paisagem fica mais bonita quando o céu está cinza... Não muito escuro, só o suficiente para esconder o sol. Era um lugar lindo.
Há muito mais que uma porta naquele museu. E entre tantas coisas fascinantes tem também uma cama. Uma cama que fica num canto muito mal iluminado, mas que sempre prende minha atenção. Uma cadeira de balanço já fragilizada pelo tempo. Uma delicada cristaleira. Um imponente lustre. Quase um lar.
Podia estar maltratado, com a parede descascando, grades enferrujadas, chão coberto de poeira. Talvez a beleza estivesse justamente nessa falta de cuidado, nesse desleixo que só evidencia a velha história do casarão. Toda a propriedade me encanta e não me canso de visitar cantinhos já tão conhecidos. Mas de todo o casarão, a porta é o que mais me inspira.
É uma pena que a foto não mostre tudo isso.
x Este post é culpa da Quel | 8:19 PM | x
Fala que eu te escuto!
Falta de Confiança ou Super Proteção?
Adoro falar da minha infância feliz, não? É sempre assim... se não estou fazendo nada fico repetindo cenas que estão gravadas e analisando-as. O episódio de hoje ocorreu no auge dos bichinhos virtuais, quando euzinha aqui era uma pirralha de 10 anos.
Minha professora, uma velhinha simpática que idolatrava o excelentíssimo presidente da época, FHC, propôs à sala uma tarefa teoricamente simples: cuidar de um ovo.
A tarefa consistia em pegar um ovo e levá-lo para a escola todos os dias. É claro que a classe fez o favor de complicar, criando uma atmosfera de competição para ver quem tinha o ovo mais bonitinho, o mais descolado, a roupinha mais sexy... já imaginou vestir um ovo??? Ficar desenhando rostinhos felizes?? Dar um nome para ele?
Meu ovo se chamava Sr. Ovo, um nome muito original na minha sincera opinião. Ele era branquinho e não vestia roupas. Nem carinha ele tinha direito, desenhei apenas dois enormes olhos com canetinha roxa.
Sr. Ovo, criatura muito simpática que não se chocava com facilidade, vivia numa cestinha amarela revestida com panos. Enquanto dormia, eu colocava sobre sua casca delicada um tapete de Barbie, que se passava muito bem por um cobertor de ovo.
Tudo muito bonito... Dias felizes andando pra lá e pra cá no colégio com uma cestinha; e na cestinha, um ovo.
Porém (e meus posts sempre têm poréns estraga prazeres), minha mãe teve a brilhante idéia de cozinhar o meu ovo. Segundo ela, era para o meu bem, só para ter certeza que o ovo ficaria intacto até o fim da semana. Mal sabia ela que estava ferindo todo o objetivo da professora, estava me privando de desenvolver minha responsabilidade. Mamãe matou minha lição!!!
O pior era o meu medo de que a professora descobrisse que meu ovo estava cozido, duro e com um cheiro engraçado. Dona Judita, professorinha de longa data, não ficava inspecionando os ovos de perto... mas para meu azar, um dia ela quase tocou no Sr. Ovo. Dei um grito assustado e ela afastou a trêmula mão. Ficou me analisando com aquele olhar curioso e tive que por em prática minha habilidade de improvisação:
_É que ele tá dormindo.
Ela se virou, e foi caminhando lentamente para sua mesa enquanto ria descontroladamente. Provavelmente seus pensamentos lhe diziam que eu era apenas uma criancinha... e crianças dizem esse tipo de coisa o tempo todo.
Eu merecia um A+ pelo meu desempenho na tarefa, mas nem me lembro se o ovo valia nota. No fim da semana, Sr. Ovo faleceu. A gema cozida lhe comprimiu o fígado o que resultou numa parada cardio-incubatória. Joguei-o no lixo, embora meu desejo secreto fosse lhe conceder um enterro digno. Hoje, ele habita o grande céu dos ovos não chocados, e talvez reencarne em um pintinho asmático.
Fim
x Este post é culpa da Quel | 7:23 PM | x
Fala que eu te escuto!
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Quinta-feira, Agosto 04, 2005
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A queda na qualidade dos meus posts é evidente, eu sei. Mas parece que estou passando por uma séria crise de criatividade. Peço aos poucos que ainda gastam um tempo precioso lendo essas linhas para me enviarem ondas de imaginação... Como fazer isso? Não sei, mas se eu não estivesse nessa crise eu poderia até inventar um modo. É, preciso de ajuda!
Isso não é um post, é um sapo!
É claro que não é um sapo! Mas está mais perto de ser um sapo do que de ser um post.
Não vou dizer nada engraçado, nem melancólico e nem colocar obs ao final do sapo/post. Simplesmente não ando inspirada a escrever, então não chame de texto essa coleção de palavras, não valem o elogio.
Postar ou não postar, eis a questão. A imitação de Shakespeare é grotesca, mas resume bem o que quero dizer. Quando se tem um blog, espera-se que você o atualize, encha-o com pensamentos, emoções, letras de músicas ou gifs bonitinhos, mas nem sempre é tão fácil. Há dias em que abro o bloco de notas disposta a escrever um post sobre qualquer coisa, às vezes a inspiração vem, outras vezes ela foge e então sou obrigada a fechar o bloquinho. Mas isso faz com que eu me sinta mal. É como se eu estivesse magoando meu blog! Abandonando-o. Já pensei em colocar poemas dos quais eu gosto, mas isso trairia o objetivo desse espaço (acredite, há um objetivo!).
O fato é que às vezes eu preciso de um texto, preciso atualizar para ficar em paz com minha consciência. Por falta de idéias sou obrigada a enrolar com um texto sem sentido, faz sentido? Não, não é um post. É um sapo! Um sapo gordo e sem graça fazendo crocs incompreensíveis na lagoa da net. (Quê?)
x Este post é culpa da Quel | 3:54 PM | x
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Segunda-feira, Agosto 01, 2005
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Meu Dia de Princesa
Sabe aqueles programas "bregas" que concedem um dia de princesa a uma garota da plebe? Pois bem, nunca participei. Mas ainda assim eu posso afirmar que já tive meu dia de princesa!
Idade? 7 anos. Local? Um antigo teatro. Data? Meados de 1995.
Era a minha primeira apresentação em um palco de teatro! Eu já havia me apresentado em diversas escolas e praças, mas pela primeira vez eu teria a sensação de estar num palco.
Quando o grupo "Magia" (meio profético, não?) chegou ao teatro, nem imaginavam que eles seriam os responsáveis pela limpeza das dependências do teatro. Num ato M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O o pessoal resolveu dispensar as duas caçulinhas do trabalho árduo. Foi aí que eu e a Bruna corremos até um jardim nos fundos do teatro com a missão de colher flores coloridas para "fazer de conta" que eram ingredientes em uma cena particularmente engraçada.
Pode ser que minha memória esteja me pregando uma peça, mas me lembro de um imenso jardim em forma de labirinto. No centro havia uma árvore com um balanço de corda (aqueles da espécie quintaus-de-filmea-americanus).
Passei a tarde brincando com a Bruna de "Cristal Mágico". Esse era o nome da peça, e gostávamos de encarar nossos personagens e criar novas histórias. Ela era a fada Cristal, e eu, a bruxa Bactéria.
Quando o dia já estava acabando, fui até o camarim, onde fui vestida e maquiada. Última passada no texto e nas marcações de palco. Última olhada para o jardim onde o sol já estava se pondo.
Acompanhava nervosamente o desenrolar da peça. Em minhas mãos eu segurava um script todo amassado, não sei quem o havia dado a mim, eu não sabia ler. Decorei minhas falas porque minha mãezinha tinha paciência para repetir inúmeras vezes as mesmas frases.
Quando chegou minha vez de pisar no palco, gelei! A luz cegou repentinamente meus olhos quando tentei procurar meus pais na platéia. Puxei a saia para baixo (diabo de saia curta que teimava em subir!). Era minha vez de falar... Mas, eu não me lembrava da fala! Como isso? Eu não conseguia me lembrar...De repente me lembrei:
_Mas Trevas, não são com mil raios e trovões?
Pronto. Alívio. Só faltavam mais 15 falas e minha participação acabava.
_E eu como fico nessa história?
Eu falava tudo tão decoradinho, sem expressão, que todos achavam engraçadinho e riam! E então eu ria também.
No final. Aplausos. Reverências. Sorrisos. Abraços.
Não foi por acaso que me apaixonei pelo teatro. Amei cada segundo daquele dia, e tenho apenas bons momentos gravados em minha mente. Tenho a peça registrada em fita, e não me canso de babar pela minha péssima atuação, mas ainda assim era eu, vestida de bruxinha (talvez tenha começado aí), cercada de amigos, em um palco tão mágico quanto a história da guerra entre as fadas e as bruxas.
x Este post é culpa da Quel | 6:36 PM | x
Fala que eu te escuto!
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Terça-feira, Julho 26, 2005
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Infância Feliz...
Caros leitores, apertem os cintos. Vocês serão levados para uma época em que minha estatura era normal, eu era magra e... (pasmem!) bonita.
Aos 5 anos de idade minha mãe me arrastou para um curso de modelos. Ahhh... Longas tardes aprendendo postura e boas maneiras. Até hoje há uma voz presa em minha mente que grita: olha a coluna!
Lembro-me de exaustivas horas caminhando sobre uma passarela ao som da Xuxa. Um bando de garotas andando pra lá e pra cá, rebolando, dando a paradinha, empinando o nariz e se exibindo para o Nada.
Nada era com certeza a melhor coisa que havia ali.
Por mais incrível que pareça, eu freqüentava as aulas de etiqueta. E até acho que aprendi alguma coisa, mas não consigo me lembrar o quê.
Participei de apenas um desfile. Foi o caos. Aquele bando de garotas amontoadas num cubículo que chamavam ironicamente de "camarim". Um corre-corre e eu não encontrava minhas sandálias! Era um par de sandálias coloridas que eu havia ganhado no Natal. Eu não queria entrar na passarela sem saber se minhas sandálias estavam bem! Quem as havia roubado? Não sei, nunca pegaram o culpado.
Entrei sob aplausos calorosos da minha família. Andei pra lá e pra cá, dei a paradinha, dedinho na boca (zuera!), mãos na cintura e pose pra foto. Voltei quase que correndo pra tirar aquela roupa e cair fora. Sei que ganhei um diploma pelo curso, mas não sei o que foi feito dele. E nem faz diferença.
Minha mãe queria que eu continuasse o curso, passando para uma fase mais avançada. Até parece que eu iria querer! Eu sempre disse que queria ser atriz, mas ser modelo nunca foi uma vontade minha. Ainda bem, pois se eu tivesse continuado nesse ramo teria me decepcionado muito.
Nunca mais pisei numa passarela e sou muito feliz!
x Este post é culpa da Quel | 7:45 PM | x
Fala que eu te escuto!
Obrigado pelos peixes!
O preço da gratidão pode ser muito difícil de se calcular. Pode até chegar perto do impossível. Muitas vezes você já nem se lembra mais do porquê devia ser grato com alguém, mas essa é uma força maior que tudo. Não importa o quanto você odeie admitir que alguém é digno de gratidão, ainda mais a sua... em algum momento você será obrigado a se curvar.
Tudo isso porque ontem, sem nenhuma explicação, recebi um lindo e-mail. Tinha jeito de corrente, mas aparentemente havia sido enviado exclusivamente a mim. Era um e-mail cheio de pequenas frescuras fofinhas como estrelas, corações, flores, passarinhos e aquela cabeçuda da Hello Kitty. A mensagem era breve: "Sei que às vezes me esqueço de te agradecer por ser alguém tão especial. Então, obrigado!".
O intrigante é que a mensagem acaba por aí. Assinatura? Não, nem isso. Fiquei realmente feliz com esse e-mail. Talvez tenha sido mandado por engano, talvez tenha sido um trote, ou quem sabe era só um vírus disfarçado que está acabando com os meus arquivos nesse exato momento. Mas agora não importa. E passada a crise de curiosidade para descobrir o remetente, fiquei grata por ter recebido essa mensagem.
Por um momento cogitei todas as possibilidades de quem seria o dono daquele e-mail estranho. Quem é que ainda usa e-mail do IG? É nessas horas que me lembro do Sr. Olivara: "Curioso, muito curioso...". Mas o que é curioso? E nenhuma resposta surge.
Uma amiga carinhosa? Um admirador secreto? Um serial killer testando minha sensibilidade? Vai saber...
Mas esse post não é só para filosofar sobre minha caixa de entrada, é para agradecer a todos que merecem e que não foram devidamente agradecidos. Sei que muitas vezes, por excesso de distração, e nunca por falta de consideração, acabo não reconhecendo o quanto meus amigos fazem por mim. Ou então reconheço, mas me esqueço de dizer a eles. Portanto, fica aqui o meu MUITO OBRIGADO, VALEU MESMO!!! para todos os meus amigos, amigas, admiradores, admirados, transeuntes incógnitos e serial killers (?).
Obs. Helen, desculpa não ter respondido no outro post... Eu esqueci (p/ variar)... Acho que a frase acima é algo tipo: "Nós nos deleitamos com quem nos subestima", e é da Família Adams.
x Este post é culpa da Quel | 4:37 PM | x
Fala que eu te escuto!
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Quinta-feira, Junho 30, 2005
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Que tal o Título?
Sim, sim... devemos continuar.
Ah! Blog novo! Como é difícil cortar laços emocionais com o endereço antigo... O template parece estranho; o espaço para textos, pequeno; as cores, enjoativas; o nome, previsível demais... enfim, sinto falta do antigo espaço. O fato que é que não posso voltar. Ou melhor, posso. Posso e não quero. E não vou.
Bah! Chega de enrolação... Tenho certeza que aos poucos vou reencontrando meu ritmo.
O tema do post é: Festa Junina!
Ahhh... gosto de festa junina tanto quanto gosto do carnaval! Ou seja, não gosto! Sou chata, eu sei. Mas não sou uma grande fã de festas. Gosto de pequenas reuniões regadas a suco e discussões.
Adoro as comidas típicas, mas a decoração é totalmente dispensável. Bandeirinhas coloridas, balões, flores de papel... tudo muito bonitinho, mas não faz meu tipo.
O pior é dançar! Eu odeio dançar! Não sei porque me obrigam a pagar esse mico... forró então, vixi! Eu sou um completo desastre.
Algumas pessoas nascem pra pular fogueira, chapar com quentão (isso é possível?), entupir a boca de paçoca... e outras pessoas nascem pra ficar no canto da festa se perguntando: o que eu estou fazendo aqui?
Nem preciso dizer de qual tipo eu sou.
Por fim o mês está acabando... já sobrevivi a 3 festas e me sinto satisfeita. Comi pé-de-moleque o suficiente para passar mais um ano sem amendoim grudado nos dentes.
Só para não desfazer da companhia: amiguinhos, não são vocês, sou eu. Todas as festas foram... suportáveis. E acredito que não exista outro adjetivo tão adequado.
Será que eu deveria deixar de ser tão anti-social e fazer um esforço pra gostar de festas populares???
x Este post é culpa da Quel | 1:07 PM | x
Fala que eu te escuto!
Um Outro Início
Desfazer as malas. Achar um novo lugar para as coisas antigas. Se acostumar com o cheiro de tinta fresca e as paredes ainda tão branquinhas. Sim, é um novo lar. O tapete de ¿Home, sweet home¿ pode ser o mesmo de antes, mas a porta é nova. E agora é preciso aprender a gostar desse novo ambiente.
O clima de bagunça vai continuar por algumas semanas, até eu ajeitar todos os detalhes e escolher as cores definitivas. Sugestões são necessárias, fique a vontade para opinar.
Nesses dois anos já desisti do meu blog incontáveis vezes. Mas sempre acabo voltando e postando alguma coisa. Gosto desse meu espaço, que resiste bravamente em plena era dos fotologs e comunidades orkúticas. Nem sempre entendem o que eu escrevo, e eu nem sempre escrevo para que entendam. Alguns gostam, outros não. Não tenho a missão de agradar ninguém. Faço o blog para mim, do meu jeito. Portanto, quando gostam sinto-me muito contente por saber que as pessoas podem gostar de mim do jeito que eu sou.
Fica aqui um agradecimento a todos que lerem.
x Este post é culpa da Quel | 1:51 PM | x
Fala que eu te escuto!
Não entre em pânico
x Este post é culpa da Quel | 10:12 PM | x